terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

SÓ COM SAÚDE SE É FELIZ REALMENTE!!!!!


Só com saúde se é feliz e se pode desfrutar do prazer do mundo e do prazer de Deus representado em todos os seres que nos rodeiam.
Sem saúde, nem o mundo nem Deus são prazer. São desgostos, são lágrimas, são súplicas, são dor.
É preciso nunca esquecer que somos filhos de Deus e criados à imagem e semelhança do Criador.
Todos somos iguais e todos temos os mesmos direitos e os mesmos deveres.
Os falhados e os incapazes, são doentes que nunca foram curados, ou que não se souberam curar. A doença é a principal causa da miséria e da infelicidade.
Todo o indivíduo saudável transporta com ele o símbolo da felicidade e, mais cedo ou mais tarde, a vida sorri-lhe.
O ser humano já não pode cometer muitos mais erros e continuar cego perante a força interior que possui.
A felicidade do homem e da mulher depende prioritariamente do comportamento do seu organismo físico e psíquico.
Sem saúde não há vida.
Preservar a saúde é o acto mais importante da nossa existência porque nos pode levar não só a prolongar a estadia na terra, mas sobretudo a fazê-lo com felicidade, alegria e bem estar. Para o conseguir basta-nos viver em estabilidade física e mental.
A doença começa e acaba pelo grande desconhecimento que nós temos da mente humana e que regula a vida de cada ser.
O psiquiatra, o confessor e o curandeiro funcionam, muitas vezes, como os motores auxiliares para as pessoas, de modo a despertar e ampliar a força que temos dentro de nós.
Estes indivíduos conseguem quase sempre óptimos resultados, sem recorrer à utilização de venenos químicos.
É mesmo provável que uma vez aprofundado o conhecimento do cérebro, a medicina passe a tratar só das pessoas que sofrem acidentes e nunca da manutenção do corpo, que deverá ser feita pela própria pessoa.
Os antigos usaram neste aspecto e os orientais ainda usam a hipnose, a acupunctura, as infusões, a homeopatia e predominantemente a digitopressão, ou seja, a pressão com os dedos, como forma de penetrar no corpo, de o curar, de o transformar, de o educar devolvendo-lhe organização.
Tal como um relógio se atrasa ou se adianta por desafinação, também o corpo humano se desorganiza por falha de uma peça que só o próprio sistema pode fazer voltar a um funcionamento normal.
Todos nós conhecemos pessoas que nunca foram ao médico e que são muito saudáveis.
A verdade é que todos estamos sujeitos aos mesmos riscos, aos mesmos sintomas e todos temos as mesmas quebras, mas enquanto alguns correm para o médico à mínima dor, outros, dominam essa dor pela força própria do seu organismo que toma medidas orgânicas e automáticas para resolver a situação, podendo, para apressar a cura, serem utilizadas as mãos e a pressão dos dedos.
Outro factor de cura, não clínica, é o da oração em que o doente chama para junto de si forças poderosíssimas de santos, divindades e almas de outro mundo. Se por acaso a pessoa que reza tem verdadeira fé, isto é, se está convencida que as forças que invoca existem de facto e que vêm em seu auxílio, então toda ela cresce em firmeza e capacidade; possibilitando curas espantosas e excepcionais.
As igrejas e os santuários de todo o mundo e de todas as religiões estão cheios de agradecimentos de milhões de crentes que se curaram porque souberam acrescentar à sua força, outras forças em que acreditavam.
Por alguma razão, os responsáveis pelas grandes religiões, dizem que só a fé nos pode salvar, sublinhando a importância deste fenómeno em todo o processo.
É a força de ânimo, a convicção, a capacidade e a energia do poder mental que transforma uma oração num instrumento actuante, capaz de curar.
A doença é assim, um estado de espírito. Uma falta de respeito pelo corpo que possuímos e pelo amor à vida.
Aquele que não tem respeito por si próprio e pela sua saúde, muito menos o terá por outra pessoa.
A enorme maioria dos homens e das mulheres nascem normalmente sãos e escorreitos mas, arruinam a saúde por uma alimentação errada, por um enquadramento psicológico errado, e por uma utilização errada e exagerada do seu sistema nervoso.
Desde que nasce até que morre, o ser humano é submetido a choques permanentes e a sua personalidade é submetida a embates violentíssimos, a tensões constantes, a desagradáveis ataques que ferem o seu íntimo.
O ser humano guarda tudo, recalca, repisa, martiriza-se interiormente e vai moldando desta maneira o seu modo de viver. Desgasta-se, corrói-se, adoece, entristece.
Não é mais uma criança alegre.
É mais um doentinho ou uma doentinha que não conseguiu superar as violências da vida.

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